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NOVO MERIVA COM GAMA TURBODIESEL ALARGADA.

A Opel no Mondial de l’Automobile 2010.

30/Set/2010

  • Desempenho eficiente: nova gama de motores Diesel, de 95 cv e 130 cv;
  • Versatilidade: sistemas FlexDoors, FlexSpace e FlexRail criam novas referências;
  • Design elegante: linhas fluidas, habitáculo luminoso com tecto de abrir panorâmico.

Sendo já notícia pelo design inédito e pela versatilidade, o novo Opel Meriva amplia agora a sua gama de motorizações turbodiesel, reforçando a sua competitividade e passando a oferecer uma maior possibilidade de escolha.

 

Com uma gama de potências que vai de 75 cv a 140 cv, o Meriva propõe, à saída da fábrica, nada menos que cinco motores turbodiesel e três unidades a gasolina à escolha; mas a versatilidade do minimonovolume da Opel não se resume aos trens motopropulsores.

 

A segunda geração Meriva foi dotada de um design elegante, linhas dinâmicas e formas originais, oferecendo ainda um vasto leque de elementos inovadores que optimizam o aproveitamento do espaço a bordo. O Meriva foi concebido a pensar na ergonomia, de forma a garantir uma interacção facilitada e segura entre os ocupantes e o automóvel.

Desenvolvido para se tornar no campeão da versatilidade, o Opel Meriva exibe grande sentido de ergonomia: trata-se do primeiro automóvel de sempre a receber o selo de aprovação da Aktion Gesunder Rücken (AGR) – associação alemã de médicos independentes e especialistas em ergonomia – que certifica o sistema ErgoFlex, constituído por:


  • Sistema de bancos traseiros FlexSpace, aperfeiçoado nesta nova geração. Embora o seu princípio tenha sido importado do primeiro Meriva, passa a necessitar de movimentos em menor número e mais intuitivos para deslocar os bancos traseiros e mudar as configurações. Com o FlexSpace, os bancos traseiros podem acomodar um, dois ou três passageiros – mantendo, ainda assim, uma considerável capacidade da bagageira. A configuração especial "Lounge" permite sentar dois passageiros com espaço adicional ao nível das pernas e ombros;
  • Sistema FlexDoors de portas com abertura antagónica (portas traseiras com dobradiças posteriores), que facilita as entradas e saídas do automóvel. A configuração das portas é tão agradável à vista como prática de utilizar, facilitando, entre outros movimentos, o processo de instalar as crianças nos respectivos assentos. As portas do Meriva são de dimensões normais e abrem antagonicamente  às portas dianteiras. Para uma grande facilidade de acesso e comodidade, as FlexDoors têm um ângulo de abertura de 84 graus, superando por larga margem os 67 graus de abertura das portas convencionais.
  • Bancos dianteiros com grande amplitude de regulações: ajuste longitudinal de 240 mm e em altura de 65 mm, o que permite aos ocupantes de qualquer estatura encontrar a posição mais adequada e confortável. Os bancos dianteiros ergonómicos, com certificação da AGR, possuem ainda encostos de cabeça com quatro possibilidades de regulação, apoio lombar e apoio ajustável para as coxas;
  • Porta-bicicletas FlexFix opcional, que está integrado no pára-choques traseiro e ajuda a evitar os esforços infligidos às costas pelo levantamento de objectos pesados. A AGR chama ainda a atenção para o facto de a facilidade de utilização do FlexFix encorajar a prática do desporto.


O espaço para arrumação aumentou em todo o habitáculo devido ao aproveitamento eficiente do espaço entre os dois bancos da frente. Isso foi possível graças ao revolucionário sistema de consola FlexRail, constituído por módulos de arrumação intercambiáveis que deslizam em calhas de alumínio entre os bancos dianteiros, o local mais acessível aos ocupantes. A criação do sistema FlexRail tornou-se possível graças à colocação em posição elevada da alavanca da caixa de velocidades e ao travão de estacionamento eléctrico de série.

Combinação ideal de design e inovações para o dia-a-dia

O novo Meriva é a combinação ideal de design expressivo e inovações para o dia-a-dia. Concebido e desenvolvido na Alemanha, o Meriva amplia a linguagem de design da Opel/Vauxhall subordinada ao princípio "arte escultural aliada à precisão alemã", trazendo visual fresco ao segmento dos pequenos monovolumes.

 

No geral, o Meriva elimina o formato de “caixote” geralmente associado aos monovolumes, substituindo-o por uma silhueta fluida e uma linha de tejadilho arrojada, combinadas com linhas originais, como a “lâmina” esculpida nas portas dianteiras, que confere movimento ao flanco.

 

Mas a alteração mais visível reside no original sistema de abertura antagónica das portas (as portas traseiras possuem dobradiças posteriores), denominado FlexDoors, cujo efeito é sublinhado pela linha ondulada da janela.

O habitáculo nunca perde a sua funcionalidade. O engenhoso sistema FlexSpace do Meriva permite reconfigurar rapidamente o posicionamento dos bancos, de modo a corresponder aos requisitos de carga e lotação.


Embora mantendo o tablier com formato envolvente, que se está a transformar numa referência do novo design da Opel, os designers optimizaram o espaço através de soluções engenhosas, em especial o novo sistema de consola FlexRail e os espaços para arrumação nas portas dianteiras, capazes de albergar garrafas de 1,5 litros. A Opel criou igualmente uma sofisticada aplicação de cores e elementos de realce pensados para acrescentar tendências de moda urbana aos tecidos e à decoração do habitáculo. No total, o Meriva oferece 32 espaços de arrumação, entre bolsas, compartimentos e gavetas.


Um amplo tecto panorâmico – o maior no seu segmento – mantém o habitáculo bem iluminado. Trata-se de um elemento especialmente agradável para os passageiros de trás – um factor importante para os veículos cujos bancos traseiros são utilizados com muito maior frequência que os das berlinas e carrinhas convencionais.


O volante aquecido, muito apreciado nos climas frios, é mais um daqueles pontos positivos que não se encontravam neste segmento.

Motores: menor cilindrada e sobrealimentação para maior eficiência

A grande novidade do Meriva no final do Verão de 2010 é a inclusão de três importantes motorizações turbodiesel na gama, que a Opel acredita irão representar a grande fatia das vendas Meriva na maioria dos países europeus.


O leque de propulsores Diesel inicia-se com a unidade CTDI de 1,3 litros, com controlo de combustão em circuito fechado – constituindo a primeira aplicação desta avançada tecnologia num motor tão pequeno.



A estreia principal é a de uma nova versão ecoFLEX de baixo consumo e nível de emissões reduzido, equipada com a variante de 95 cv do 1.3 CTDI. Por seu turno, o motor CDTI de 1,7 litros, que também se estreia no Meriva, está disponível à saída da fábrica com dois níveis de potência máxima – 110 cv e 130 cv. Em Portugal será comercializada apenas a versão mais potente. A unidade de 1,7 litros é a primeira a apresentar um sistema de gestão de motor Diesel D1 totalmente integrado, concebido pela Opel.


No seu conjunto, as evoluções operadas pela marca alemã nos seus motores turbodiesel baixam as emissões e o consumo de combustível, ao mesmo tempo que reduzem ao mínimo os ruídos e vibrações, assegurando suavidade e conforto de utilização.


Esta é a gama Meriva turbodiesel completa que passará a estar disponível no mercado português já a partir do início de Outubro:


  • A nova versão 1.3 CDTI ecoFLEX (95 cv) apresenta uma redução de 11,2 por cento nos consumos e emissões e um acréscimo de 21 por cento na potência, por comparação com o Meriva ecoFLEX da geração anterior. Consome apenas 4,5 l/100 km e emite 119 g/km CO2.
  • O novo topo-de-gama 1.7 CDTI (130 cv) substitui a variante de 125 cv da geração anterior. Com um aumento do binário superior a sete por cento, para os 300 Nm alcançáveis num regime de motor mais baixo, consome apenas 5,2 l/100 km.


A gama de motorizações a gasolina para o mercado português engloba três variantes da unidade multiválvulas de 1,4 litros:


  • O motor 1.4 Twinport (100 cv) que ocupa o escalão de entrada na gama constitui a única unidade ‘atmosférica’ da gama Meriva e apresenta comando variável de válvulas para melhorar a eficiência da combustão.
  • A gama é completada com a versão mais potente do 1.4 Turbo (140 cv). Esta unidade debita um binário de 200 Nm e está equipada com uma caixa manual de 6 velocidades. Face ao motor de 1,8 litros do Meriva da geração anterior, o novo 1.4 Turbo representa um aumento de potência de 12 por cento e uma redução de 10 por cento nas emissões de CO2.


Todos os motores cumprem as normas de emissões Euro 5. Todas as unidades a gasóleo incluem filtro de partículas de série. A tecnologia Start/Stop da Opel, já integrada nos modelos Ágila e Corsa, e brevemente no Astra, será alargada à gama Meriva no próximo ano.

Meriva, o pioneiro

Ao lançar em 2003 a primeira geração do Meriva, a Opel criou um novo segmento de mercado para pequenos monovolumes a preços acessíveis.

 

Com o sistema de bancos traseiros FlexSpace da primeira geração e um habitáculo espaçoso, o Meriva tem vindo a liderar permanentemente o segmento ao longo do seu ciclo de vida, não apenas ao nível das vendas – venderam-se mais de um milhão de unidades – mas também em matéria de qualidade.

 

Em 2007, entre os 113 modelos diferentes testados pela TÜV na Alemanha, o Meriva foi o que apresentou a taxa de defeitos mais baixa.

 

O Meriva da segunda geração, que se estreou em Genebra em Março de 2010, continua a superar as expectativas: Embora só tenha chegado aos mercados em Junho, em Agosto a Opel já tinha recebido mais de 60.000 encomendas. O novo Meriva é produzido na fábrica da Opel em Saragoça, Espanha.