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75 ANOS DE SUCESSO DA OPEL
NO SEGMENTO DOS AUTOMÓVEIS COMPACTOS.

21/Nov/2011

  • Em 1936, o Kadett foi o pioneiro da marca no segmento dos automóveis compactos;
  • Símbolo do progresso técnico e diversidade;
  • Depois de cinco gerações, o Kadett transforma-se em Opel Astra;
  • Astra GTC teve estreia no Salão Automóvel de Frankfurt 2011.

A história do Opel Astra, cuja gama actual comporta três variantes de carroçaria - berlina, Sports Wagon (Sports Tourer) e coupé (GTC) – teve início há precisamente 75 anos. A gama Kadett constituiu a fundação da presença da Opel no segmento dos automóveis compactos. Evoluindo ao longo dos tempos através das diversas gerações, a tradição manteve-se inalterada até aos dias de hoje com a concepção de automóveis acessíveis, fiáveis e equipados com soluções tecnicamente evoluídas.

Opel Kadett: o primeiro modelo compacto

Opel Kadett: o primeiro modelo compacto

Em 1936, ano de realização de Jogos Olímpicos na Alemanha, a Opel era já um dos maiores construtores automóveis da Europa. O Kadett marcava a expansão da gama de produtos da marca e aventurava-se no segmento dos automóveis compactos. Em Rüsselsheim, os engenheiros da Opel utilizavam os ingredientes de sucesso de modelos anteriores como base para o desenvolvimento de novos modelos.

 

O Kadett serve-se do motor de 1,1 litros e quatro cilindros, com 23 cv de potência, do modelo P4. A carroçaria reflecte uma clara inspiração nas linhas modernas do Olympia. Pela primeira vez um automóvel de produção em série adoptava o conceito de carroçaria autoportante, totalmente fabricada em aço.

 

Com quatro lugares e duas portas, disponibilizado em duas variantes, sedan e sedan descapotável, o primeiro Kadett era comercializado a um preço base de 2100 marcos. As versões de quatro portas estavam destinadas à exportação. Na sua primeira geração e durante quatro anos foram vendidas mais de 100.000 unidades do Kadett, número que não progrediu devido à interrupção da produção de veículos civis em 1940.

 

No final da Guerra Mundial, em 1945, as potências vencedoras decidiram entregar todos os estudos e projectos à União Soviética, o que daria origem à produção da primeira versão do Kadett na Rússia até aos anos 50, sob a designação de Moskvich 400.

Opel Kadett massifica-se

Opel Kadett massifica-se

A partir de 1962, o novo Kadett, equipado com um motor 1.0 com válvulas à cabeça e 40 cv de potência, passa a ser produzido em Bochum. O Opel compacto, que se revela muito espaçoso e tecnicamente avançado, torna-se rapidamente em tema de conversa.

 

O Kadett A, disponível nas variantes sedan e station wagon, inovava ao propôr uma caixa de velocidades com quatro relações, solução vanguardista e quase inédita mesmo entre os automóveis de maiores dimensões da época. O coupé, com 48 cv de potência, seria lançado pouco tempo depois.

A terceira geração Kadett seria lançada no final de 1965, numa gama alargada de versões. Estes automóveis, todos eles produzidos em Bochum, abrangiam desde versões de três volumes com duas ou quatro portas até ao dois volumes, passando por variantes coupé e station wagon.

 

Para completar a gama, a Opel iniciou a comercialização em 1967 da versão luxuosa Olympia. Esta edição compilava elementos do Rekord e do desportivo Rallye-Kadett, versão que a Opel utilizou na competição automóvel. Até 1973 a produção do Kadett B contabilizou cerca de 2,7 milhões de unidades.

Década de 70: desportivos e arejados

Na senda do sucesso alcançado, surge a nova geração Kadett C. Comercializado inicialmente nas versões sedan, station wagon e coupé, surgia em 1975 o coupé desportivo GT/E , equipado com motor de 1.9 litros com injecção de combustível.

 

Nesse mesmo ano surgiria um novo membro na família: o Kadett City. Este modelo tornava-se no primeiro automóvel alemão de dois volumes com tracção traseira, e distinguia-se pelo grande portão traseiro.

 

O modelo “Aero”, fabricado a partir de 1976 pelo especialista em carroçarias Baur, em Estugarda, introduzia de novo na gama do compacto da Opel uma variante descapotável do sedan, o que não acontecia desde a década de 30. Para assegurar rigidez estrutural e aumentar a segurança dos ocupantes, esta versão surgia no formato ‘targa’, com arco de segurança.

 

Até 1979, seriam produzidas mais de 1,7 milhões de unidades Opel Kadett C.

Era moderna: motores transversais e tracção dianteira

A quinta geração do Kadett inaugurou a era da tracção dianteira e do motor colocado em posição transversal. O novo motor de 1,3 litros de quatro cilindros do Kadett D é o primeiro motor da Opel construído com cabeça em liga leve e árvore de cames à cabeça. Mais tarde, este bloco serviria de base ao primeiro motor Diesel da história do Kadett, com cilindrada de 1,6 litros.

 

A nova disposição do motor trouxe vantagens evidentes em termos de habitabilidade e capacidade da bagageira. A publicidade clamava: “Novo Kadett. Tem algo que muita gente quer!”. Venceu em 1979 o cobiçado prémio “Das Goldene Lenkrad” (Volante de Ouro). A nova gama de dois volumes e a popular station wagon assentavam na longa tradição na gama Opel. As variantes com carroçaria de três volumes e descapotável saem temporariamente da linha Kadett, reaparecendo a seguir com o Kadett E.

Aerodinâmica e prémios

Em Agosto de 1984 surge um novo modelo Kadett, com uma gama que compreende as variantes tradicionais. O coeficiente de resistência aerodinâmica de apenas 0.30 do desportivo GSi de 115 cv vale-lhe o título de sedan mais aerodinâmico do mundo. A Opel desvendaria o Kadett descapotável em 1985 durante a 51.ª edição do Salão Automóvel de Frankfurt. O Kadett foi desenvolvido no centro de design de Rüsselsheim em colaboração com o estúdio de Nuccio Bertone. Tal como o antecessor, o Kadett E foi galardoado com o prémio alemão “Das Goldene Lenkrad”, um título que coroou mais de 3,7 milhões de unidades produzidas deste modelo. Em 1989, a produção do modelo Kadett ultrapassa a marca de 10 milhões.

Opel Astra: um novo nome para a mesma classe

20 anos depois: um novo nome para a mesma classe

A Opel dá continuidade à sequência alfabética com o Astra F. Mas o tradicional nome “Kadett” passa à história.

 

O modelo compacto do construtor de Rüsselsheim é rebaptizado de “Astra”. Vinte anos decorridos sobre o primeiro Kadett, o Astra inova em protecção de ocupantes, com maior resistência a impactos laterais e apresentando tensores associados aos cintos de segurança.

 

A definição de novos padrões de segurança passiva surge acompanhada de novas tecnologias de motorização: pela primeira vez um Opel compacto pode ser alimentado a gás natural e, muito antes do início da produção do Ampera, uma versão experimental do Astra F é movida a electricidade.

 

Da primeira geração Opel Astra, que foi produzida até 1998, foram vendidas quatro milhões de unidades, tornando-o no modelo mais vendido da história da Opel.

 

No início de 1998, o arranque de produção do Astra G assinala o lançamento de uma nova geração cujo posicionamento se superioriza a outros modelos pela variedade das suas versões.

Além das carroçarias de dois e três volumes, com três e cinco portas, a gama compreende uma versão coupé e um descapotável, além da station wagon Caravan com cinco portas.

 

A filosofia da Opel de disponibilizar as tecnologias mais recentes visa a economia de combustível, sem comprometer o prazer de condução e o carácter dinâmico.

 

Em 1999 é lançado a versão desportiva OPC equipada com motor de 2 litros com 160 cv.

 

A assinalar a entrada no novo milénio, o Astra Eco 4 estreia-se como o primeiro automóvel compacto com consumo de quatro litros a cada 100 quilómetros. O Astra G serve igualmente de base ao primeiro monovolume compacto, o Zafira, que definiu novos padrões com a modularidade do sistema de bancos Flex 7.

 

A terceira geração Astra é lançada em Março de 2004, sendo-lhe atribuída a denominação H. Entre os novos equipamentos encontra-se o sistema de faróis direccionais e o sistema de controlo electrónico do amortecimento da suspensão, que se adapta automaticamente ao estilo de condução e às condições da estrada.

 

O Astra descapotável TwinTop possui capota rígida composto por três secções, com comando eléctrico que permite abrir ou fechar a capota em menos de 30 segundos.

 

O novo Astra GTC proporciona aos passageiros uma visão invulgar para o exterior, graças ao inovador pára-brisas panorâmico. Esta solução, inédita entre os automóveis de produção em série, destaca-se pelas grandes dimensões do pára-brisas que se prolonga até ao meio do tejadilho.

Opel Astra GTC: o mais emocional e dinâmico da gama Astra

Na linha anterior e na linha actual, o GTC desempenha o papel mais emocional e dinâmico da gama Astra.

 

O novo GTC, apresentado ao público na 64.ª edição do Salão Automóvel de Frankfurt, em 2011, é o membro mais recente da família Astra e insere-se na quarta geração do modelo, iniciada em 2009. Está equipado com chassis exclusivo com suspensão dianteira HiPerStrut (High Performance Strut), que optimiza o comportamento dinâmico. Outras inovações incluídas no GTC são os sistemas de assistência à condução baseados na segunda geração da câmara dianteira ‘Opel Eye’ e o avançado sistema de faróis direccionais adaptativos AFL+.

 

A gama do coupé compacto desportivo estará completa no Verão de 2012 com a chegada da versão OPC de elevada performance.

 

Apesar da faceta desportiva, a funcionalidade e a economia de combustível continuam a ser argumentos importantes, tal como acontecia com o Kadett. Os engenheiros de Rüsselsheim estão actualmente a trabalhar noutras versões Astra.

 

Volvidos 75 anos e mais de 21 milhões de unidades, a história de sucesso do Kadett e do Astra continua.