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GAMA INSIGNIA COM NOVO MOTOR DIESEL BITURBO.

13/Fev/2012

  • Motor 2.0 BiTurbo CDTI debita 195 cv e 400 Nm;
  • Opção de tração dianteira ou tração integral;
  • Sistema de sobrealimentação com intercooler inédito;
  • Baixo consumo, com médias a partir de 4,9 l/100 (129 g/km de CO2);
  • Suspensão dianteira HiPerStrut de alta performance nos Insignia 4x4;
  • Novos sistemas de assistência à condução baseados em tecnologia radar.
Gama Opel Insignia com novo motor diesel biturbo

A Opel vai alargar a gama Insignia com a introdução de um motor Diesel biturbo de elevada performance. O novo propulsor 2.0 BiTurbo CDTI debita 195 cv de potência e disponibiliza um elevadíssimo binário de 400 Nm. Apesar destes valores referenciais, o consumo médio de combustível da variante berlina de quatro portas com tração dianteira fixa-se em 4,9 l/100, com emissões de CO2 de apenas 129 g/km. Graças a sofisticados sistemas de sobrealimentação e de gestão eletrónica, o Insignia BiTurbo CDTI torna-se num dos automóveis mais eficientes no segmento dos familiares médios.

 

Na Primavera de 2012 surgem as versões com tração integral, que estarão dotadas do chassis SuperSport com suspensão dianteira proveniente do Insignia OPC (Opel Performance Center). Esta suspensão adota a configuração ‘HiPerStrut’, que apura o comportamento dinâmico em estrada. Para além disso, a segurança ativa do Insignia é aumentada com novos sistemas de assistência à condução.

Gama Opel Insignia com novo motor diesel biturbo

Sucessos em prémios e em vendas

Desde o lançamento, em 2008, o Insignia foi distinguido na Europa com cerca de 50 galardões, atribuídos tanto a nível nacional como internacional, incluindo o prestigiado título de Carro do Ano 2009. Estas distinções têm sido acompanhadas de uma forte procura no mercado. O topo de gama da Opel está prestes a atingir a marca de 500.000 unidades vendidas. Em 2011, o Insignia registou aumentos de vendas significativos em grandes mercados como o inglês, o russo ou o turco. Na Alemanha, a variante de carroçaria de cinco portas é líder incontestada de vendas no seu segmento. Parte deste sucesso deve-se ao recente lançamento do Insignia 1.4 Turbo a gasolina, versão que se destaca simultaneamente pelo nível de desempenho (140 cv) e pelo baixo consumo (5,7 l/100 km, 134 g/km CO2).

 

As evoluções que a Opel tem vindo a operar no seu modelo de referência, recorrendo às tecnologias mais recentes, constituem a base da crescente competitividade do Insignia em todos os aspetos. Um dos destaques do novo motor de quatro cilindros com injeção direta common rail está no sistema de sobrealimentação composto por dois turbocompressores de dimensões diferentes, que funcionam de forma articulada em dois patamares de carga. O Insignia 2.0 CDTI BiTurbo estará disponível com tracção dianteira ou tracção integral, em ambas as variantes berlina de quatro portas e station wagon.

 

O novo 2.0 BiTurbo CDTI de 195 cv foi concebido para entregar potência a qualquer regime de funcionamento, sem nenhum atraso de resposta. Com este motor, o Insignia de quatro portas, com tração dianteira (FWD) e caixa manual de seis velocidades, acelera de zero a 100 km/h em apenas 8,7 segundos e pode atingir a velocidade máxima de 230 km/h. O consumo de combustível e as emissões mantêm-se em níveis baixos: apenas 4,9 litros de gasóleo a cada 100 quilómetros e 129 g/km de CO2.

 

Todas as versões com caixa manual de seis velocidades estão dotadas de sistema Start/Stop, o qual contribui para tornar o Insignia BiTurbo num dos familiares médios mais eficientes da actualidade.

 

«Nestes patamares de potência e binário, as opções habituais recaem em motores de cerca de três litros de cilindrada. O nosso 2.0 CDTI BiTurbo debita mais potência, permitindo uma redução de cerca de 30 por cento no consumo e nas emissões», explica o Engenheiro-Chefe do modelo Insignia, Volker Scharf. «Este é um dos melhores exemplos da nossa estratégia de ‘downsizing’ de motores».

Gama Opel Insignia com novo motor diesel biturbo

Turbocompressores funcionam em sequência

No inovador sistema de sobrealimentação biturbo do Insignia, os dois turbocompressores são de tamanhos diferentes e funcionam tanto em conjunto como de forma independente. Entre os seus concorrentes directos, a Opel é o único construtor automóvel a oferecer esta sofisticada tecnologia num motor Diesel no segmento dos familiares médios. O turbocompressor pequeno ganha rotação mais facilmente, conseguindo gerar pressão a regimes de motor mais baixos. Isto traduz-se numa resposta imediata à menor pressão no acelerador, eliminando-se o chamado ‘turbo lag’. Tão cedo como as 1250 rpm, o BiTurbo da Opel já entrega 320 Nm de binário, valor que sobe para uns impressionantes 400 Nm logo a seguir, às 1750 rpm. Estes números dizem bem da capacidade de aceleração do novo Insignia.

 

Nos regimes de rotação intermédios, os dois turbocompressores funcionam em conjunto. A turbina maior faz a pré-compressão do ar de admissão, antes de este ser comprimido em pleno pela turbina mais pequena. Nesta fase, o sistema recorre a uma válvula ‘bypass’ para assegurar que os gases de escape accionam parcialmente o turbocompressor de maiores dimensões.

 

Em regimes superiores, a partir do ponto de 2500 a 3000 rpm, os gases de escape são dirigidos exclusivamente para a turbina maior, a qual possui capacidade para comprimir todo o ar de admissão e levar o motor a debitar a potência máxima.

 

A baixas rotações, este sofisticado sistema de sobrealimentação consegue gerar pressão muito rapidamente no circuito de admissão, ao mesmo tempo que assegura respostas plenas em regimes intermédios. O funcionamento conjugado das duas turbinas permite manter a pressão de admissão necessária para o obter o máximo desempenho do motor em qualquer patamar de rotações.

 

Para além dos dois turbocompressores, o 2.0 BiTurbo CDTI da Opel possui também um sistema duplo de arrefecimento do ar de admissão. O sistema de admissão ajusta em permanência a quantidade ideal de ar de que o motor necessita, em qualquer regime de funcionamento. A baixas rotações, antes de ser admitido na câmara de combustão, o ar comprimido pela turbina mais pequena é arrefecido num intercooler de dimensões reduzidas, que funciona com água. Este intercooler está associado exclusivamente ao turbocompressor mais pequeno, num circuito que é mais curto e mais directo para a câmara de combustão. À medida que as rotações do motor aumentam o turbocompressor de maiores dimensões entra progressivamente no circuito de sobrealimentação. Este maior caudal de ar é arrefecido por um intercooler tradicional ar/ar, de maior capacidade. A Opel é o primeiro construtor a adoptar um sistema duplo de arrefecimento do ar de admissão.

 

A Opel optimizou ainda mais o funcionamento deste motor com recurso à tecnologia Cleantech, a qual controla o processo de combustão através de circuitos electrónicos em circuito fechado. As velas de incandescência possuem sensores que medem permanentemente a pressão no interior dos cilindros – com a precisão de um grau de rotação da cambota, o que significa mais de 100.000 vezes por minuto –, garantindo que o motor trabalha sempre na faixa óptima de desempenho, o que se reflecte positivamente nas performances e tem forte impacte na redução de consumos e emissões. A terceira geração do sistema de injeção direta common rail, capaz de funcionar a pressões de 2000 bar, integra injetores piezoeléctricos de alta precisão que conseguem efectuar até oito injecções de combustível em cada ciclo do motor. Isto resulta em menor ruído e em menores emissões.

 

Com o novo topo de gama 2.0 CDTI BiTurbo o Insignia passa a disponibilizar três motores turbodiesel com injeção direta common rail, abrangendo um leque de potências que vai de 130 a 195 cv.

Gama Opel Insignia com novo motor diesel biturbo

Gama sem paralelo no segmento

Em Setembro de 2011, a renovação da gama Insignia focou-se essencialmente na redução do consumo de combustível das versões de maior volume de vendas, como o novo 1.4 Turbo a gasolina – com emissões de CO2 apenas 134 g/km – e o 2.0 CDTI ecoFLEX de 160 cv, cujas emissões baixaram para 115 g/km.


Agora, em Março de 2012, o Insignia expande a sua oferta com a introdução de novas tecnologias e equipamentos de topo. O novo 2.0 BiTurbo CDTI está disponível em ambas as variantes de carroçaria, berlina e Sports Tourer. Além da caixa manual de seis velocidades, de série, é proposta em opção uma caixa automática de seis velocidades com controlo eletrónico. O novo Insignia turbodiesel de 195 cv tem, ainda, versões com tração à frente (FWD) ou tração integral Adaptive 4x4 (AWD) com diferencial traseiro autoblocante.


A dinâmica em estrada é ainda mais apurada com a suspensão FlexRide de controlo eletrónico. O conjunto de todas estas tecnologias avançadas torna a gama Insignia numa oferta sem paralelo no segmento dos familiares médios.


Suspensão HiPerStrut disponível com transmissão Adaptive 4x4
Outra novidade sonante nas versões 2.0 CDTI BiTurbo com transmissão às quatro rodas é a disponibilidade de um chassis que a Opel designa SuperSport. Esta configuração, que antes apenas equipava o Insignia OPC de 325 cv, integra sistema de controlo electrónico do amortecimento, sistema de travagem Brembo de alta performance e suspensão dianteira HiPerStrut que confere maior precisão à direcção e representa ainda maior eficácia no comportamento dinâmico em estrada.


Sistemas de apoio à condução baseados em radar
Os avanços tecnológicos que a Opel vai introduzir no Insignia no próximo mês de Março não se limitam aos aspectos mecânicos. A segurança activa recebe o contributo significativo de vários sistemas cujo funcionamento assenta na leitura de um radar colocado atrás da grelha dianteira.


Nestas novas tecnologias integra-se o Programador de Velocidade Automático, que mantém a velocidade determinada pelo condutor mas ajusta-a de acordo com as condições do tráfego para garantir a distância de segurança para os veículos que circulam à frente.


Este sistema inclui o Alerta de Colisão e a Travagem de Colisão Iminente. O primeiro utiliza um aviso sonoro para alertar o condutor que a distância para o carro da frente diminuiu e o segundo aplica automaticamente os travões se for detectado risco efectivo de colisão.