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A banda sonora certa:
novo ADAM ROCKS no laboratório de acústica.

23/Jul/2014

  • Refinamento do novo motor tricilíndrico 1.0 Turbo destaca-se
  • Manequins ajudam a acertar o comportamento acústico do habitáculo
  • ADAM ROCKS chega ao mercado português em Novembro
Novo Opel ADAM ROCKS

A contagem decrescente começou. Dentro de cerca de três meses, o novo ADAM ROCKS vai estar nos salões de exposição da Opel em Portugal. O mini-crossover chega em Novembro e será proposto a um preço de 18.695 euros.

 

Um dos destaques do novo modelo é a suavidade de funcionamento - com resultados referenciais em vibrações e em ruído - capítulo em que joga um papel determinante o novíssimo 1.0 Turbo de injeção direta de gasolina, da mais recente geração de motores da Opel.

 

Para alcançar essa meta, o ADAM ROCKS foi submetido a testes no laboratório de acústica da Opel, em Rüsselsheim, complementares às medições de ruído e aos ensaios dinâmicos de conforto realizados no Centro de testes da marca em Dudenhofen.

Caderno de encargos exigente

Novo Opel ADAM ROCKS

A equipa de desenvolvimento do Opel ADAM ROCKS começou por elaborar uma longa lista de requisitos subordinados ao tema Ruído e Vibrações, que foram desde a “entoação” do motor ao ruído mais baixo possível de operação do tejadilho em lona; e desde o ‘click’ mais agradável para o “pisca-pisca” até ao som que as portas fazem ao fechar.

 

Todos estes detalhes, e muitos mais, são testados numa fase final, num veículo completo, no laboratório de acústica. As avaliações determinam se foram atingidos os objetivos traçados antes do período de desenvolvimento começar.

Novo Opel ADAM ROCKS

A nave principal do laboratório é constituída por uma grande câmara anecóica, totalmente isolada de ruídos do exterior. Nas paredes, a profusão de materiais de baixa densidade impede que o som se reflita, proporcionando as melhores condições para avaliar inúmeros parâmetros acústicos. A nave possui microfones e altifalantes colocados em locais específicos.

 

O automóvel “circula” em cima de rolos que produzem a mesma resistência correspondente à utilização real em estrada, nomeadamente por efeito do vento e do atrito com o piso, permitindo simular várias condições e velocidades. De forma totalmente controlada, os engenheiros conseguem testar variados cenários e múltiplos parâmetros acústicos, como o comportamento da função Start/Stop, o efeito do ‘ralenti’ e os resultados de carga plena ou parcial do motor.

 

Pela exigência, um dos testes mais relevantes nos rolos é a aceleração em carga plena, em terceira velocidade. O ADAM ROCKS apresentou excelente desempenho, registando valores de ruído no habitáculo sempre abaixo dos limites, ao longo de toda a gama de rotações.

 

De facto, o novo motor 1.0 Turbo de 115 cv, acoplado a uma também nova caixa manual de seis velocidades, é simultaneamente dinâmico e económico, e especialmente suave do ponto de vista de ruído e vibrações. Nestes aspetos, o tricilíndrico da Opel é melhor do que muitos motores de quatro cilindros. Tal é possível graças ao bloco de cilindros desenvolvido a pensar no desempenho acústico, além do veio de equilíbrio montado no cárter e do isolamento estrutural dos sistemas de injeção de combustível e da cambota. A tampa do motor foi concebida para manter o ruído do motor debaixo do capô.

 

Por outro lado, a capota de lona Swing Top, de série no ROCKS, possui qualidade de construção capaz de obter excelente isolamento do exterior. Tudo isto mostrou resultados positivos no teste no laboratório acústico.

Ouvidos especiais configuraram diferentes ambientes a bordo

Novo Opel ADAM ROCKS

O ADAM ROCKS 1.0 Turbo afirma-se como referência em refinamento e suavidade, mas os engenheiros também quiseram que, em condições de condução mais dinâmica, o carácter dinâmico se fizesse sentir aos ouvidos dos ocupantes.

 

Para isso contaram com a colaboração de manequins especiais, que não são mais do que recriações de ombros e cabeças feitas de plástico. O formato da orelha está reproduzido com exatidão nestas peças. Dentro estão microfones especiais, capazes de captar ruídos como são percebidos pelo ouvido humano. A gravação estéreo resultante faculta uma avaliação tridimensional do comportamento acústico do habitáculo, conseguindo-se distinguir fontes e intensidades acima ou abaixo do nível dos olhos, para além dos lados, evidentemente.

 

O conforto acústico dentro do habitáculo do ADAM foi criado também com recurso a análise e síntese binaural. Esta técnica permite medir separadamente ruídos com maior incidência de transmissão pelo ar ou por uma estrutura. Os técnicos conseguem assim produzir uma espécie de mapa acústico das fontes de ruído do automóvel. E isso leva em linha de conta o ruído gerado pelo motor, pelos apoios do motor, pelo sistema de escape, pelos componentes do chassis, pela carroçaria e até pela cablagem.

Novo Opel ADAM ROCKS

Recorrendo a modelos computorizados, os engenheiros conseguem identificar, por exemplo, que parafusos necessitam de maior aperto para alcançar os parâmetros definidos.

 

Quando há lugar a melhorias, as alterações são primeiro feitas e analisadas em computador. Uma vez transferidas para o veículo de testes, são avaliadas pelos engenheiros, que as podem validar e passar à produção.