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Opel mostra novo motor turbodiesel 2.0 CDTI no Salão de Paris.

16/Set/2014

  • Nova geração 2.0 CDTI com 170 cv para os modelos Insignia e Zafira Tourer
  • Potência aumentada; emissões e consumos reduzidos
  • Baixos níveis de ruído e vibrações colocam refinamento em plano de evidência
  • Redução Catalítica Seletiva (SCR) permite que novo motor cumpra a norma Euro 6
Nova geração de motores Opel turbodiesel 2.0 CDTI com 170 cv

Potência elevada, binário elevado, baixos consumos e emissões, tudo isso a par de refinamento ao nível do topo do segmento.

 

O novo turbodiesel 2.0 CDTI da Opel cumpre todos os parâmetros traçados como objetivo. Este motor vai ocupar um lugar de destaque na nova gama de motorizações da Opel e tem estreia marcada para o Salão Mundial do Automóvel de Paris, que abre portas no dia 4 de Outubro.

 

Com potência máxima de 170 cv e elevado binário de 400 Nm, o novo 2.0 CDTI substitui a variante atual de 163 cv no topo da linha de motores Diesel da Opel e já cumpre a norma de emissões Euro 6. Face ao anterior, este propulsor oferece potência superior em 5% e um incremento substancial de 11% em binário, ao mesmo tempo que vê baixar o consumo de gasóleo e as emissões de CO2. Igualmente importante é o facto de o novo motor revelar um funcionamento extremamente silencioso e suave, refletindo o apurado trabalho que a Opel realizou em ‘engenharia de som’ para minimizar os índices de NVH (Noise, Vibration, Harshness - uma medida da indústria automóvel que mede Ruído, Vibrações e Aspereza).

 

«Este sofisticado motor é o par ideal para os nossos modelos no topo da gama, Insignia e Zafira Tourer», defende o Vice-Presidente de Engenharia, Michael Ableson. «A elevada potência específica, o refinamento, a economia e o desempenho dinâmico situam este motor entre os melhores da classe, acrescentando argumentos fortes à nossa gama turbodiesel.»

 

Disponível já em 2015, o novo 2.0 CDTI é o primeiro de uma nova linha de motores de maior cilindrada, desenvolvida por equipas de engenheiros da Opel sedeadas em Turim e em Rüsselsheim, apoiadas por outros técnicos na América do Norte. A produção estará a cargo da fábrica de motores da Opel em Kaiserslautern, na Alemanha.

Potência em alta, consumos e emissões em baixa

A companhia perfeita: Opel Insignia com motor turbodiesel 2.0 CDTI com 170 cv

O novo 2.0 turbodiesel da Opel cumpre o princípio de extrair o máximo de energia da menor quantidade possível de combustível. Ostentando uma potência específica de 85 cv/litro - o mesmo valor do 1.6 CDTI da nova geração Diesel da Opel da faixa de cilindradas intermédias - oferece um desempenho notável, com igual destaque para a economia de utilização. Sublinhe-se que o elevadíssimo binário máximo de 400 Nm está disponível logo às 1750 rpm e mantém-se constante nesse pico até às 2500 rpm. Por seu turno, a potência máxima de 170 cv é obtida logo às 3750 rpm.

 

Na arquitetura deste motor sobressaem câmaras de combustão com novo desenho, novo perfil das condutas de admissão e um novo sistema de injeção direta de combustível capaz de funcionar a altíssima pressão de 2000 bar e de efetuar até 10 injeções por ciclo de motor. A atomização ideal do combustível quando entra na câmara de combustão é uma das razões pela qual o 2.0 CDTI consegue debitar maior potência e apresentar um funcionamento mais silencioso. Por seu turno, a configuração da própria câmara recebeu atenções redobradas, tendo sido alvo de mais de 80 simulações diferentes em computador, antes de as cinco melhores soluções terem sido selecionadas para passar à fase de protótipo real.

 

Do lado da admissão, o turbocompressor possui controlo elétrico da geometria variável, que é mais eficiente, garantindo uma melhoria de 20 por cento na rapidez de resposta do motor por comparação com o controlo por vácuo. A disposição compacta do turbocompressor e do permutador de calor (‘intercooler’) no compartimento do motor minimiza o volume de ar existente entre a turbina e o motor, o que ajuda a uma rápida formação de pressão na admissão e a uma rápida resposta ao acelerador. Para garantir durabilidade, o turbocompressor possui arrefecimento a água e tem um filtro de óleo mesmo junto à entrada para a turbina.

 

O turbocompressor e o módulo de recirculação de gases de escape (EGR) constituem um único sistema, com ganhos evidentes em eficiência. O módulo EGR assenta num conceito de radiador de aço inoxidável capaz de apresentar uma eficicácia de arrefecimento próxima de 90 por cento. A tendência de perda de pressão no circuito de recirculação é minimizada por uma válvula de ‘bypass’ arrefecida a água, ao mesmo tempo que o controlo em circuito fechado permite obter vantagens no equilíbrio entre óxidos de azoto e partículas, especialmente em situações de condução variáveis. Simultaneamente, a gestão de emissões de hidrocarbonetos e de monóxido de carbono sofre melhorias consideráveis.

Suavidade de funcionamento

Adequado para famílias: Opel Zafira Tourer com motor turbodiesel 2.0 CDTI com 170 cv

A melhoria consistente nos índices NVH - ruído, vibrações e aspereza - em todas as condições de utilização foi uma exigência desde que se procederam aos primeiros desenhos.

 

Os computadores desempenharam um papel crucial no caminho para atingir estes objetivos, nomeadamente na análise de cada componente, antes de serem construídos os primeiros protótipos.

 

Na conceção e na arquitetura, para reduzir o ruído de funcionamento, os engenheiros produziram trabalho efetivo nas duas zonas mais ruidosas do motor: o topo e o fundo. A cabeça de alumínio possui novo desenho, estando coberta por uma tampa de plástico que está isolada através de apoios especiais e uma junta de selagem. Por seu turno, o coletor de admissão está envolvido por uma espessa cobertura feita de material absorvente de ruído.

 

Na parte inferior do motor surge agora um novo módulo de veios de equilíbrio, feitos de aço fundido a alta pressão. Os dois veios rodam em sentido contrário, num efeito capaz de anular até 83 por cento de vibrações de ordem secundária do motor. A cambota comanda diretamente um dos veios, sendo este a transmitir movimento ao outro. As engrenagens são do tipo de tesoura, o que significa que o ajustamento ideal dos dentes representa um funcionamento silencioso. A dispensa de corrente de transmissão representa também redução significativa de ruído. Depois de análise detalhada, os engenheiros escolheram capas em vez de rolamentos para assentar os veios de equilíbrio, conseguindo assim mais um contributo para reduzir ruído, bem como peso.

 

O cárter possui também um novo desenho. No lugar do anterior, feito numa única peça, surge agora um cárter composto por duas peças. O reservatório inferior é feito de chapa, estando ligado ao reservatório de cima construído em alumínio fundido a alta pressão. A colocação dos reforços de ambas as secções foi cuidadosamente estudada, uma vez que também neste aspeto se verificaram ganhos em matéria de transmissão de ruído e vibrações.

 

O trabalho dos engenheiros no campo da ‘engenharia de som’ estendeu-se a múltiplas áreas, designadamente aos padrões otimizados de injeção de combustível no sentido de reduzir o ruído de detonação, sem que isso viesse de alguma forma a afetar o consumo de combustível. Os reforços do bloco de cilindros foram desenhados a pensar também no comportamento acústico. A correia de distribuição recebeu engrenagens aperfeiçoadas, com ajuste melhorado, e até a tampa que cobre esta área está assente em apoios isolados.

 

Todo este trabalho resulta num motor que emite menos ruído que o anterior em todos os regimes de utilização, a começar pelo ‘ralenti’, onde se regista uma redução de 5 dB.

Redução catalítica seletiva num motor com funcionamento limpo

O novo 2.0 CDTI apresenta um funcionamento tão limpo quanto o de um motor a gasolina. O sistema da Opel de redução catalítica seletiva (SCR) com BlueInjection assegura o cumprimento da norma de emissões Euro 6.

 

O BlueInjection é um sistema de tratamento de gases de escape capaz de eliminar óxidos de azoto (NOx). Recorre a minúsculas injeções de AdBlue® - uma mistura não nociva de ureia e água - no fluxo de gases de escape, logo após o filtro de partículas e antes da panela de redução catalítica do SCR. A solução converte-se de imediato em amónia (NH3) que é absorvida pelo catalisador SCR. Os óxidos de azoto presentes no fluxo de gases são seletivamente reduzidos a inofensivo azoto e a vapor de água através da reação química com a amónia.

 

A mistura AdBlue, que está à venda em postos de abastecimento de combustível e em distribuidores e reparadores Opel, é mantida num depósito que pode ser atestado através de um bocal situado ao lado do bocal de enchimento do depósito de gasóleo.