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Nova Opel Astra Sports Tourer: ‘station wagon’ rica em tradição

Dez gerações Caravan e Sports Tourer marcaram o segmento das carrinhas familiares compactas.

28/Abr/2016

Opel Astra Sports Tourer: station wagon rica em tradição

Mais de 24 milhões de unidades Kadett e Astra vendidos é um número que impressiona. Alinhados uns atrás dos outros, todos os modelos compactos construídos até à data pela Opel ultrapassariam a marca mágica dos 100.000 quilómetros e formariam uma fila que daria duas vezes e meia a volta ao Equador. Em suma, poder-se-ia dizer que os modelos compactos da Opel tornaram a mobilidade acessível a novas classes sociais mas não se ficaram por aí. As gerações mais recentes passaram a disponibilizar tecnologias e inovações de segmentos superiores, como os evoluídos sistemas de iluminação, AFL+ no Astra J e o IntelliLux LED no novo Astra.

 

A Opel iniciou muito recentemente um novo capítulo na história do seu ‘bestseller’ – prosseguindo a ideia de democratizar inovações de segmentos superiores e combinando-as com ‘design’ expressivo e dinâmico. A nova geração Astra Sports Tourer baseia-se numa nova arquitetura automóvel de baixo peso, é propulsionada por motores ultramodernos e disponibiliza tecnologias que anteriormente só se encontravam em segmentos superiores. O perfil esguio confere à nova Astra Sports Tourer um visual mais atraente do que nunca, aliando a eficiência à elegância para redefinir a classe compacta com inovações de topo.

 

Tudo começou com a primeira carrinha compacta Opel Kadett A CarAvan em 1963, que viria a tornar-se rapidamente líder de mercado neste segmento. Desde esse ano, uma ‘station’ com o sentido prático de uma ‘van’ - car a van - tem feito parte de todas as gerações Kadett e Astra. O Astra H (2004-2010) foi o último modelo a utilizar a designação Caravan. Na verdade, decorrido tanto tempo sobre os anos 60, as ‘station wagon’ tinham completado a sua transformação de veículos de carga em companheiros estilizados.

Do Kadett A ao Astra K - História de sucesso abrangendo 10 gerações
1963-1965: Opel Kadett A CarAvan
Quase como um autocarro…

Opel Kadett A Caravan

Uma mala de grandes dimensões e espaço abundante para seis pessoas graças a uma terceira fila de bancos, ao que se juntava um motor elástico e baixos custos de manutenção, constituíram a receita para o sucesso do Kadett A. A Opel construiu quase 650.000 até 1965. Os contornos da carroçaria eram pragmáticos e modernos. A linha de cintura era baixa, os vidros panorâmicos asseguravam uma boa visibilidade e o friso decorativo ao longo das secções laterais acentuava a forma longilínea. Os guarda-lamas dianteiros prolongavam-se até aos faróis. O espaço interior deixava uma profunda impressão positiva. A mala era um verdadeiro compartimento de bagagens e o tampão do depósito ficava no exterior! “Opel Kadett, em resumo: O.K.,” escreveu a equipa de publicitários da Opel, incapaz de resistir a ‘picar’ os seus concorrentes de Wolfsburg. “Nunca terá cheiro a gasolina na mala,” afirmavam com uma piscadela de olho. Com um moderno motor dianteiro arrefecido a água, o Kadett tinha outra grande vantagem em relação ao Carocha. A unidade de 993 cm3 com quatro cilindros debitava 40 cv.

1965-1973: Opel Kadett B Caravan
Sucesso de exportação

Opel Kadett B Caravan

Ao Kadett A segue-se o B, que em 1965 vem substituir o primeiro modelo. A nova geração tinha mais de quatro metros de comprimento, sendo, portanto, um bom bocado maior que o antecessor. A variante Caravan, disponível logo desde o lançamento do modelo, dispunha de um longo compartimento de carga com 1,57 metros de comprimento. Os ‘designers’ inspiraram-se no trabalho dos colegas do outro lado do Atlântico. Não só o comprimento total foi aumentado, mas também a potência dos motores. Os engenheiros da Opel aumentaram em 3 mm o diâmetro de cada um dos quatro cilindros. A unidade base de gama de 1,078 cm desenvolvia 45 cv. Igualmente disponível estava um motor 1.1 S de compressão mais elevada com 55 cv. O Kadett rapidamente alcançou sucesso, com mais de 2,6 milhões de unidades produzidas no período de setembro de 1965 a julho de 1973. E o sucesso não se limitou seguramente ao país de origem. Em 1966, a quota de exportação alcançou nada menos que 50 por cento, com clientes em cerca de 120 países de todo o mundo a escolherem o Kadett.

1973-1979: Opel Kadett C Caravan
‘Solid as a rock’

Opel Kadett C Caravan

A família Kadett C tinha muitas caras: um elegante automóvel familiar, uma ‘station wagon’ chique com um prático portão traseiro ou um coupé desportivo (GT/E) com ‘pintura de guerra’. Foram produzidas 1,7 milhões de unidades deste modelo entre 1973 e 1979. O Kadett C de tração às rodas traseiras fez a sua estreia em Agosto de 1973 com uma carroçaria de linhas depuradas e uma nova suspensão dianteira de duplo triângulo. Os elementos de ‘design’ incluíam uma grelha de radiador plana, capô do motor com o vinco central que constituía a assinatura da marca e um generoso ‘spoiler’ dianteiro. “O Kadett não só se conduz excecionalmente bem, como foi bem desenhado e construído de forma exemplar. Requer pouca manutenção, é fácil de reparar e consome pouco,” elogiavam os peritos em ensaios de automóveis da “auto motor und sport” no seu número 20/73. O potente GT/E estreou-se na edição de 1975 do Salão Automóvel de Frankfurt.

1979-1984: Opel Kadett D Caravan
Mais espaço e tração dianteira

Opel Kadett D Caravan

A quarta geração do Kadett do pós-guerra introduziu uma nova era da classe compacta na Opel. No salão automóvel de Frankfurt de 1979, o primeiro modelo de tração dianteira da Opel estreou-se sob a forma do Kadett D de visual moderno. O packaging era verdadeiramente convincente. Com 4,20 metros de comprimento total, o novo modelo era apenas ligeiramente mais longo que o antecessor, mas oferecia significativamente mais espaço no habitáculo do que muitos dos seus rivais. Mas não eram só a configuração do motor e o chassis com eixo de torção traseiro que rompiam com a tradição: o Kadett estreou um motor 1.3 OHC que debitava 60 ou 75 cv consoante as versões. Para além da carrinha espaçosa com capacidade de carga até 1425 litros, a Opel propunha apenas versões fastback. Outras modificações técnicas incluíam um chassis mais estreito e rebaixado, novos amortecedores de direção e travões de disco ventilados à frente. Entre 1979 e 1984 foram produzidas 2,1 milhões de unidades Kadett D.

1984-1991: Opel Kadett E Caravan
‘Carro do Ano’ - o campeão mundial da aerodinâmica

Opel Kadett E Caravan

O segundo Kadett de tração dianteira, produzido entre 1984 e 1991, foi eleito “Carro do Ano 1984” e tornou-se num vencedor absoluto. Com um total de 3.779.289 de unidades comercializadas ao longo da sua permanência em produção, foi um dos modelos mais bem sucedidos da Opel até à data e um verdadeiro campeão de aerodinâmica. Dotado dos excelentes motores do modelo antecessor, o Kadett E estava preparado para o estrelato. O coeficiente de resistência ao ar de 0,39 do Kadett D era já o melhor da sua categoria, mas este valor foi superado pelo seu sucessor. Depois de 1200 horas de trabalho em túnel de vento, o modelo E de cinco portas alcançou um sensacional índice de 0,32. O mercado aderiu rapidamente à nova configuração de linhas arredondadas, preparando o caminho para uma nova história de sucesso que, no fim do ciclo de produção, em 1987, granjeou ao Kadett E 625.000 matrículas em toda a Europa. Por esta altura, a versão ‘station wagon’ tinha já ascendido ao topo da sua categoria.

1991-1997: Opel Astra F Caravan
Renascimento: Kadett transforma-se em Astra

Opel Astra F Caravan

Entre 1991 e 1997 construíram-se 4,13 milhões de Astra F, cifra que tornou esta geração no modelo Opel mais vendido de sempre. O trabalho de desenvolvimento concentrou-se em aliar ‘design’ moderno a um maior espaço interior, a conforto reforçado e a maior ênfase na proteção do ambiente. O sucessor do Kadett assumiu o nome do modelo irmão britânico (a quarta geração do Kadett era comercializada no Reino Unido com a designação Vauxhall Astra desde 1980). A variante Caravan é um sucesso inquestionável, logo desde o lançamento. Com a sua nova estrela, a Opel lançou também uma ofensiva de segurança. Todos os Astra vinham equipados com sistema ativo de cintos com tensores nos bancos dianteiros, cintos ajustáveis em altura e rampas nos assentos, bem como proteção lateral que incluía reforços em tubo de aço duplo em todas as portas. Todos os motores vinham equipados pela primeira vez com catalisador no sistema de escape.

1998-2004: Opel Astra G Caravan
A carrinha versátil para o novo milénio

Opel Astra G Caravan

Na Primavera de 1998, o Astra foi comercializado logo de início nas versões de dois volumes com três e cinco portas e ‘station wagon’. O ‘design’ progressista, o chassis dinâmico e a tecnologia das motorizações, bem como a rigidez torsional e a resistência à flexão que quase duplicava a do seu antecessor, eram apenas algumas das características do novo Astra da segunda geração. A carroçaria completamente galvanizada do novo modelo desempenhava um papel chave na manutenção do seu elevado valor. A segurança ativa foi reforçada com um aumento de 30 por cento da potência luminosa dos faróis de halogénio H7 e com o chassis Dynamic Safety (DSA) completamente redesenhado. Este aliava conforto a maneabilidade, mesmo em carga plena. A distância entre eixos era cerca de onze centímetros mais longa, criando mais espaço no habitáculo, em particular mais espaço ao nível dos joelhos e uma bagageira maior com capacidade até 1500 litros.

2004-2010: Opel Astra H Caravan
Faróis e suspensão adaptáveis - um conceito vencedor

Opel Astra H Caravan

Oferecendo à escolha doze motores diferentes, com potências de 90 a 240 cv (OPC) e sete variantes de carroçaria, o leque de variantes para o Astra H era excecional. Esta geração viria a comercializar 2,7 milhões de unidades. Quando foi lançado em Março de 2004,o Opel Astra da terceira geração ostentava um ‘design’ muito atraente, elevada dinâmica de condução e inúmeras inovações técnicas, destacando-se imediatamente em numerosos testes em publicações da especialidade. Os destaques tecnológicos do Astra incluíam sistema de chassis adaptável IDSPlus com Continuous Damping Control (CDC) (controlo eletrónico da suspensão), que só existia então em automóveis do segmento de luxo ou desportivos exclusivos, bem como sistema de faróis Adaptive Forward Lighting (AFL) com luz dinâmica de curva. O Astra apresentava ainda elevados níveis de segurança. A organização de proteção do consumidor Euro NCAP (European New Car Assessment Programme) atribuiu ao Astra a mais elevada classificação de cinco estrelas para proteção de passageiros adultos.

2010–2015: Opel Astra J Sports Tourer
Tónica na elegância e na sofisticação

Opel Astra J Sports Tourer

Arte escultural aliada à precisão alemã é o princípio orientador do ‘design’ sofisticado desta nova geração Astra. A elegante carrinha é lançada um ano depois da variante de cinco portas e, pela primeira vez, recebe a designação Sports Tourer. O Opel Astra J não apenas consubstancia a nova filosofia de ‘design’ da marca como também assiste os condutores com um leque de tecnologias que já tinham sido estreadas no Insignia, o ‘bestseller’ do segmento acima. A câmara Opel Eye reconhece os sinais de trânsito e informa o condutor dos limites de velocidade ou proibições de ultrapassagem. Avisa igualmente os condutores se estes estiverem em perigo de sair inadvertidamente da sua faixa de rodagem. Com o sistema de faróis AFL+, o Astra consegue ‘ver’ outros veículos e comutar automaticamente entre ‘médios’ e ‘máximos’ sempre que necessário. Com suspensão adaptativa FlexRide, com amortecimento controlado eletronicamente, nunca um Astra tinha até então feito tanto uso de talentos dinâmicos. Os condutores do Astra J beneficiavam também de uma nova geração de bancos dianteiros desenvolvidos de acordo com recentes conclusões da ergonomia de segurança, sendo certificados com o selo de qualidade dos médicos independentes e especialistas de ergonomia da organização AGR.

A partir de 2016: Opel Astra K Sports Tourer
Pura eficiência

Opel Astra K Caravan

Com redução de peso até 190 kg, mais espaçoso no interior apesar de dimensões exteriores idênticas, e mais eficiente graças à utilização exclusiva de motores da nova geração, a nova Opel Astra Sports Tourer representa um salto quântico no segmento dos familiares compactos e destaca-se da geração anterior. Cinquenta e quatro anos depois de ser montado num Kadett um motor com cilindrada de 1,0 litros, um bloco com capacidade semelhante volta a ocupar o seu lugar sob o capô de um modelo compacto Opel. Trata-se, desta feita, de uma unidade de três cilindros quase duas vezes mais potente, sendo a potência de 105 cv conseguida graças às tecnologias de injeção direta e sobrealimentação. Este motor faz também do novo Astra o modelo a gasolina menos poluente e mais económico do mercado na classe dos ‘compactos’, capaz de consumir apenas 4,3 l/100 km e emitir somente 100 g/km de CO2.

 

Seguindo as pisadas do anterior modelo, a nova Astra K Sports Tourer destaca-se também pela tecnologia de iluminação. Torna-se na primeira ‘station wagon’ a oferecer no segmento compacto a sofisticada tecnologia de faróis de matriz de LED IntelliLux LED – reservada até agora a modelos de luxo e premium, de segmentos bem superiores. Os novos sistemas de assistência ao condutor de nova geração compreendem o Reconhecimento de Sinais de Trânsito, a Manutenção de Faixa, o Alerta de Saída de Faixa, a Indicação de Distância para o Veículo da Frente e o Alerta de Colisão Iminente com Travagem Autónoma, entre outros. Além disso, o novo Astra K proporciona mais uma vez bem-estar acrescido graças aos novos bancos dianteiros ergonómicos, certificados pela organização AGR. Estes novos bancos dianteiros podem incluir funções de ventilação e massagem.

 

Todos estes argumentos contribuíram decisivamente para a eleição da nova geração Astra como ‘Carro do Ano 2016’ na Europa e em Portugal.