Mobilidade para milhões - o melhor exemplo: Opel Corsa ‘120 Anos’

Mobilidade para milhões - o melhor exemplo: Opel Corsa ‘120 Anos’.

120 anos de produção automóvel Opel.

9 de janeiro de 2019
  • Versão comemorativa do 120º aniversário da produção de automóveis Opel;
  • Oferta especial com os melhores preços;
  • Longa tradição: Laubfrosch, P4, Kadett e Corsa, entre outros, deram mobilidade a milhões de pessoas;
  • Oferta de tecnologia a cada vez mais pessoas é um dos alicerces da marca Opel.

 

A Opel comemora em 2019 o seu 120º aniversário de produção de automóveis. A marca alemã tem tradição de avanços tecnológicos pioneiros e de colocá-los rapidamente em produção em série. Esta característica da Opel proporciona mobilidade acessível a mais pessoas e torna os automóveis mais seguros, mais amigos do ambiente, mais confortáveis e mais práticos de utilizar. As comemorações terão como mote «Opel. Born in Germany. Made for everyone» (Opel. Nascido na Alemanha. Feito para todos), refletindo diretamente esta filosofia. Isso foi verdade para o primeiro Opel, o Patentmotorwagen “System Lutzmann” de 1899, bem como para todos os modelos utilitários que se lhe seguiram, desde o “Doktorwagen” ao “Laubfrosch”, do P4 ao Kadett. No presente, a filosofia de democratização da tecnologia ajusta-se especialmente ao modelo Corsa.

 

Dependendo da variante e da versão, o Opel Corsa é uma excelente opção tanto para pessoas solteiras como para famílias completas. Assim, não surpreende o facto de terem sido produzidos mais de 13,5 milhões de Corsa desde 1982. «O Corsa continua a ser um dos nossos modelos mais importantes na Europa», afirma Xavier Duchemin, Diretor-geral de Vendas, Pós-Venda e Marketing. Assim, o ‘bestseller’ desempenha um papel preponderante neste ano de aniversário. «A Opel tem vindo a democratizar mobilidade nos últimos 120 anos», acrescenta Duchemin. «Nos nossos automóveis colocamos tecnologia pioneira e equipamentos que ficam disponíveis para todos. É para isso que trabalhamos e o melhor exemplo é o Corsa. A gama ‘120’ tem a solução certa para cada pessoa, com equipamento alargado e aos melhores preços.»

 

A série especial Corsa ‘120’ está posicionada acima do nível Edition. Do equipamento de série fazem parte sistemas de assistência à condução como o programador de velocidade com limitador, bem como rádio Intellilink compatível com Apple CarPlay e Android Auto, computador de bordo, ar condicionado, espelhos retrovisores com comando elétrico, entre outros. Os modelos ‘120’ distinguem-se ainda com jantes de liga leve de desenho específico, elementos decorativos cromados e logótipos ‘120’ nas embaladeiras das portas. Os preços das versões ‘120 Anos’ do Opel Corsa iniciam-se em 15.340 euros.

 

Desde 1899: prioridade ao sentido prático

O Opel Corsa em geral e o Opel Corsa ‘120’ em particular demonstram como a marca está apostada em oferecer mais do que as pessoas esperam em cada uma das classes de veículos. Os alicerces desta filosofia foram criados no final do século XIX, com a produção do Opel Patentmotorwagen “System Lutzmann”. Este primeiro Opel possuía um motor monocilíndrico de 4 cv e conseguia atingir a velocidade de 30 km/h. A lista de preços, muito curta, já incluía dois extras inovadores. O primeiro era o pneumático, que havia sido inventado por Robert William Thomson, em 1845, mas ainda não tinha real difusão na produção automóvel. O segundo foi o banco de criança, que era possível colocar quando necessário no pequeno automóvel de dois lugares. Este exemplo demonstra como a Opel, desde os seus primórdios, dedicou total atenção aos aspetos ligados à utilização prática do automóvel em vez de se focar na tecnologia como um fim em si mesmo.

 

O primeiro ‘utilitário’ da História do Automóvel

Lançado em 1909, o Opel 4/8 hp é o precursor da mobilidade acessível. Trata-se de um automóvel moderno, com tecnologia fiável, fácil de manobrar, que permite aos proprietários serem eles a próprios a conduzir, dispensando motorista e reduzindo, dessa forma, custos de utilização. A qualidade dos materiais e da construção do automóvel incute confiança. Este primeiro ‘sub-compacto’ da História do Automóvel foi dado como apto para ser utilizado todos os dias, «por médicos, veterinários e advogados», segundo rezava a publicidade da época. O Opel 4/8 hp era comercializado a preços entre 4000 e 5000 marcos, quando modelos de outros fabricantes custavam cerca de 20.000 marcos. Assim, o meio de transporte da classe alta tornou-se num automóvel para a classe média graças ao popular modelo que viria a ficar conhecido como ‘Doktorwagen’.

 

Mais tarde, em 1924, o fabricante de Rüsselsheim foi ainda mais longe para apelar ao consumidor médio, recorrendo, para tal, a uma inovação. A Opel já ganhara consciência de que a eficiência na produção lhe permitia colocar automóveis a bom preço no mercado, tornando-os acessíveis a uma base de clientes mais alargada. É assim que o 4/12 hp inaugura a primeira linha de produção em série na Alemanha, que rapidamente atinge a cadência de 25 unidades por dia. Nos anos seguintes, a Opel lançaria uma família completa de modelos baseada na tecnologia do 4/12 hp, com preços extremamente competitivos. Quanto mais ágil era a produção, menos custos a Opel passava para os seus clientes. De tal forma que os preços da gama 4 hp - modelo do qual foram produzidas 119.484 unidades - eram quase 40 por cento mais baixos em 1931 do que na altura do lançamento.

 

Automóvel para todos, com tecnologia e preço acessível

Em 1935, a Opel decidiu-se por um projeto de ‘carro para o povo’. A apresentação do novíssimo P4 realizou-se em novembro e a primeira unidade foi produzida pouco tempo depois. Este modelo de quatro lugares, com motor de quatro cilindros a quatro tempos - «tal como os carros mais caros do mundo», afirmava a Opel no catálogo do P4 - custava apenas 1450 marcos na versão de base. A oferta de um automóvel de características familiares a um preço tão acessível devia-se à excelência que a marca atingira em matéria de produção em massa. Do mesmo beneficiou o Kadett 1, passado uns anos. Este modelo foi um dos primeiros automóveis alemães com carroçaria autoportante em aço, o que melhorava consideravelmente o conforto, a segurança e a durabilidade.

 

O sucessor do ‘carro do povo’ foi o Kadett A, em 1962. Os baixos custos de manutenção faziam parte da receita para o sucesso deste modelo de três volumes e duas portas, com linhas simples e modernas. No habitáculo, o espaço era invulgarmente amplo. O anúncio de apresentação do Kadett A prometia bancos envolventes e espaço de sobra para as pernas. «Reduzimos a quantidade de metal e dispensámos adornos e adereços. Isso só acrescentava custos», lia-se nas peças promocionais. Naquilo que a Opel considerou mais importante, o Kadett destacava-se verdadeiramente. A grande bagageira surpreendia num automóvel tão compacto. E o bocal de enchimento do depósito situava-se no exterior. O catálogo sublinhava: «A mala nunca cheirará a gasolina», naquilo que era uma referência indireta ao grande concorrente de Wolfsburgo. Dotado de um motor moderno montado à frente, arrefecido a água, o Kadett revelava com isso mais uma vantagem de conceção face ao ‘Carocha’. O sucesso não tardou. Em 1965, a Opel já tinha produzido quase 650.000 unidades Kadett.

 

Muito espaço numa pequena plataforma

A Opel alcançou, em 1982, mais um grande feito com um modelo utilitário. Na gama de produtos da marca alemã, o novíssimo Corsa A juntava-se a uma geração Kadett que, entretanto, tinha crescido para o segmento dos compactos. Desenhado por Erhard Schnell, o ‘designer’ da Opel que também assinou o emblemático Opel GT, o pequeno Corsa A de apenas 3,62 metros de comprimento sobressaía pelo visual moderno e pelo excelente coeficiente aerodinâmico de 0.36. A gama inicial, formada por carroçarias de três portas (dois volumes) e quatro portas (três volumes), alarga-se logo em 1985 com uma variante de cinco portas. Por seu turno, a versão GSi, com motor 1.6 de 100 cv de potência, viria a tornar-se num dos ícones dos pequenos desportivos. Com o Corsa, a Opel demonstrava, uma vez mais, como era possível criar um habitáculo espaçoso numa plataforma de pequenas dimensões. O Corsa A foi concebido como modelo acessível, de entrada de gama. O sucesso inquestionável desta primeira geração mede-se por nada menos que 3,1 milhões de unidades vendidas até 1993.

 

Corsa ultrapassa 14 milhões de unidades e entra na era elétrica

Cento e vinte anos volvidos, a Opel permanece bem no centro da sociedade. A marca disponibiliza, em toda a sua gama de produtos, equipamentos que se encontram normalmente em automóveis mais caros. Agora na sua quinta geração, o modelo Corsa é um dos expoentes da democratização da mobilidade. O pequeno Opel está prestes a alcançar 14 milhões de unidades vendidas, num caminho que será acelerado com o contributo da oferta ímpar em valor da nova versão ‘120 Anos’. A próxima geração Corsa surgirá no final de 2019 e incluirá uma versão com motorização elétrica a bateria. O novo modelo estabelecerá um novo marco na História de 120 anos de engenharia automóvel da Opel e do modo como a marca encara a mobilidade para milhões.